4.28.2017

Eu não tenho do que me desculpar

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Olha só quem prometeu não sumir e sumiu? isso mesmo, Jéssica Mello, prazer. Dessa vez não darei desculpas pelo meu sumiço, eu simplesmente não estava com saco para escrever, e isso me entristece pra caralho! Escrever é uma das coisas que eu mais amo fazer e quando isso começa a se tornar algo ruim, me deixa mal. Já faz meses que eu não consigo mais ler, e isso também me deixou e ainda me deixa mal, a leitura era algo importante para mim, eu simplesmente amava, e agora? eu simplesmente não consigo mais! Me falta concentração, me falta alegria!  Uma das poucas coisas que ainda gosto de fazer é desenhar, mas não sei por quanto tempo vou continuar mantendo esse amor pela arte... Esse post não é de desculpas, não tenho do que me desculpar, eu simplesmente sumi, pelo motivo de que não estou bem! 
Eu queria muito manter novamente este blogger atualizado, pois eu realmente gosto muito daqui, é meu refugio, um lugar onde posso "falar" e ser "ouvida" e não ignorada como sou no meu dia a dia, mas ando sem saco até para existir. 
A universidade vai bem, estou cheia de seminários para fazer e continuo me sentindo um peixe fora d´agua, não apenas da universidade mas do mundo mesmo. Fiz a primeira prova oral de inglês e quase que não tirei a média, e quarta farei a escrita, é tudo gramática e eu estou indo de mal a pior, não nas matérias mas na minha vida mesmo.
Já dormir 3 vezes na aula de antropologia e uma vez na aula de pesquisa em psicologia, meu sono anda uma bosta, ultimamente me sinto mais vazia do que o normal, e parece que tudo me enche o saco ou me estressa, não tenho cabeça pra muita coisa e eu só queria dormir 24 horas por dia. Estou tentando manter uma rotina para me manter "acordada" para vida mas a cada dia está mais complicado. Por que eu estou falando isso aqui? Porque aqui é um dos poucos lugares que eu posso falar sem ser interrompida, sem ser ignorada e posso filtrar o que quero ou não ler nos comentários, um lugar onde não ouvirei que o que sinto é falta de deus/religião, um lugar onde eu criei e é meu mundinho com minhas palavras das quais eu não consigo expressar no meu dia, e mesmo que conseguisse, ninguém ia querer saber.
Os dias estão sendo longos demais para mim, e minhas noites muito curtas. Não consigo dormir direito e mesmo que eu durma, é um sono ruim. Ontem eu dormir das 19 horas da noite até as 10 da manhã de hoje, e sinto como se eu não tivesse dormido NADA! Me senti mais cansada do que normalmente me sinto, como se um caminhão tivesse passado em cima de mim e com uma cara de quem não dorme já faz 3 anos. Eu não sei mais o que fazer! 
Acordar é difícil, andar é difícil, falar é difícil, ler é difícil, escrever é difícil, socializar é difícil, dormir é difícil, pedir ajuda é difícil e me sinto uma hipócrita por fazer psicologia.
Mas eu estou aqui, me mantendo de pé até onde eu conseguir, fingindo que tá tudo bem e que eu apenas sou uma pessoa mau humorada mesmo, na real eu não tenho humor mesmo, vivo apática e querendo chorar sempre, e por que? EU NÃO SEI! Simplesmente me sinto mal, na realidade eu até sei, na realidade mesmo eu tenho uma lista enorme de coisas que me deixam mal que me faz querer chorar sempre, mas eu não quero citar aqui, pois são problemas idiotas e que não valem ser contado aqui, não vale a pena ninguém saber.

3.31.2017

As coisas andam bem, mas não tão bem


 Promessa é dívida, e eu vim aqui compartilhar com vocês de como foi meu primeiro dia de aula na universidade federal e como foram essas ultimas duas semanas. Primeiro de tudo, queria dizer que eu estou sentindo muitas saudades do muay thai, lembro que em um post eu havia dito, que duvidaria que eu ia continuar por muito tempo, bem, eu treinei os meus 2 últimos meses de férias e agora estou aqui, sofrendo porque eu queria estar treinando e não posso — férias de meio do ano, já sei que minha agenda terá meu treino como compromisso.
Eu fui para a faculdade dia 20 de março de 2017, e foi apenas uma recepção para os calouros, foi bem divertida, os alunos são bem empolgados. Ficamos no auditório para ter apresentações, e eu tive que enfrentar meu medo de falar com muita gente, subi naquela coisa alta do auditório e tive que me apresentar, isso é extremamente difícil para alguém que tem medo de pessoas como eu — longa história — minhas últimas semanas foram um pouco tranquilas, e ao mesmo tempo agitadas, já tenho muita gramática para aprender em inglês, e eu já tenho dois lindos sqn seminários para apresentar. Eu não sei como falar, mas eu me sinto extremamente deslocada, estranha e triste, minha sala é extremamente alegre e as pessoas parecem ser super gente boa, entrei nas líderes de torcida e eu sou diretora de marketing, mas mesmo assim, não consegui me enturmar de verdade, e todos já tem sua turma — o que é assustar de terem feito isso tão rápido — ninguém ali, se parece comigo, ou eu consigo me sentir a vontade de chegar já conversando, puxar pra sair pela faculdade, eu simplesmente me sinto muito fora do contexto. Nessas duas semanas, eu tive um mini ataque de pânico quando estava na cantina sozinha e começou a chegar pessoas perto, eu simplesmente me sinto muito mal e parece que minha cabeça vai explodir, fora que eu fico com minha respiração estranha, ou quase ter chorado em sala de aula, pois eu só queria ir embora e eu não sabia o porquê, eu só sabia que ali não era meu lugar, e eu sinto que nunca vou me encaixar em nada, essa postagem não é pra ser nada de reclamação na realidade, como disse, minha sala parece ser extremamente legal, divertida e animada, acho que o problema sou eu, sempre foi, agora eu consigo perceber que eu sempre fui o problema de tudo, e eu não sei como resolver isso, então, estou tentando aos poucos respirar devagar e manter o controle, mas só queria dizer que ando extremamente exausta de me manter no controle, de tentar por os pés no chão e pensar "tá tudo bem", eu sei que não está tudo bem, eu to bem de saúde física/biológica, mas todos os dias eu sinto que minha mente vai explodir e eu vou surtar. 
Bem, eu só queria dizer que as coisas andam bem, mas não tão bem assim, e que eu sei que 2017 ainda está no comecinho, mas que está extremamente difícil me manter no controle, e só queria dizer que, se um dia eu surtar, eu ao menos tentei com todas as minhas forças, me manter de pé. 
Espero que todos vocês, estejam tento coisas boas em seus dias, porque eu sei que é difícil seu dia ser totalmente bom, mas sempre haverá algo de bom no seu dia, e é isso que temos que lembrar, ao menos é isso que estou tentando. 
Me desejam sorte para tentar me sentir mais a vontade, pois se sentir um peixe fora d'água, não é fácil. 
Também queria dizer que, estou muito feliz da minha mesa digitalizadora ter finalmente chegado, ando treinando bastante, e quero muito deixar aqui, algumas ilustrações que fiz. Como elas são muitas e eu deixei em tamanho grande, vou deixar para vocês verem a imagem com a continuação do post. Só clicar ai em "leia mais" ou "continue", algo do tipo.

3.04.2017

Março é o mês de novas histórias

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Mais um mês se iniciando, e com ele novas atitudes, pensamentos, desejos, sonhos, metas e desafios. 2017 se iniciou tendo para cada um de nós, uma nova perspectiva diferente, talvez para mim, o ano ainda não se iniciou de fato. Este mês será um mês importante para mim, dia 20 inicia minhas aulas na nova faculdade e segunda feira agora (06/03/2017) inicia minhas aulas de inglês, que farei à noite desta vez. 
Talvez seja uma boa para mim mudar completamente de ambiente, ou não, ainda não posso dizer ao certo, mas será mais um novo desafio. Andei um pouco triste, ao saber que estudaria com duas pessoas das quais não gosto — da faculdade passada — mas não posso deixar isso me abater, percebi que não adianta para onde eu vá, sempre vai ter pessoas das quais eu goste e não goste, e pessoas que vão gostar de mim e que não vão, então resolvi encarar esse desafio e aguardar ansiosamente para o dia 20 de março, obviamente irei registrar aqui, no meu ponto seguro, no lugarzinho onde me sinto bem em escrever meus pensamentos, opiniões e até mesmo meus achismos.
Me senti na obrigação, de vir aqui e falar para vocês: o ano mal está começando, não vamos desistir, vamos insistir. O que eu quero dizer é, persista, as coisas boas acontece para todas as pessoas, até mesmo para aquelas que não são boas pessoas assim, e qual o motivo para isso? Não sei, mas acontece, e se acontece para pessoas ruins, também vai acontecer para mim, que sou sim uma boa pessoa, e para você que está lendo, talvez demore um pouco, talvez os correios estejam com preguicinha de entregar nossa felicidade, mas vai chegar.
Então que tal começar a fazer uma lista, de todas as coisas boas que aconteceu até agora, pode ser até mesmo o fato de uma vez você ter acordado de bom humor, ou ter gostado daquele filme que passou na TV, qualquer coisa boa que aconteceu vale ok? Até porque, a felicidade está nas pequenas coisas, e se a gente não souber apreciar essas pequenas coisas, como poderíamos ser capazes de apreciar uma felicidade gigante? Entendeu ne?! Vamos analisar melhor as coisas boas e tudo o que tu conseguiu realizar desde agora.

2.17.2017

Vocês conhecem a Draco?

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Olá leitoras e leitores, eu estava visitando alguns blogs, e então eu vi uma postagem da Fala Aí Maluco, e nele dizia sobre e editora Draco, achei que fosse só mais uma parceria que ela havia conquistado — parabéns viu \o/ — e no post dizia que a editora tinha o foco nas obras nacionais, eu li isso e fiquei tão feliz. Vocês tem noção de quantos talentos brasileiros nós temos? Basta acessar o Wattpad e vocês ficaram maravilhados, então eu acessei o site da Editora e eu me inscrevi para parceria, lá diz que eles aceitaram todos até o dia 31 de março de 2017, então se você gosta de obras nacionais e sabe que temos talentos incríveis, acessa o site e faça parceria, quanto mais divulgação das nossas obras, mais pessoas poderão amar e inclusive, sonhar em escrever um ou mais livros.
Eu acessei tanto o blog deles, que vocês podem acessar AQUI para ler as regras de parceria e se inscrever, quanto o site para olhar as obras. 
Achei incrível a biblioteca deles, contém vários gêneros, desde mangás, quadrinhos, suspense, terror, romance e até yaoi \o/ espero muito que vocês, assim como eu, deem a maior força para está editora com nossos povo brasileiro.
E como eu não sou idiota nem nada hahah, dei uma conferida e já fiz a minha lista de livros que quero ler:

http://editoradraco.com/wp-content/uploads/2016/10/TDS5-ruinas-capa-1400.jpgQuando se é imortal, o tempo perde o sentido. Anos, décadas e séculos não fazem diferença para a existência. Ah, mas como somos tolos! Em nossa arrogância, inebriados pelo poder, não percebemos que nem a longevidade traz a plena sabedoria. E os deuses? Conheceriam eles a verdade do destino?
Ruínas na Alvorada é o quinto e último romance da Série Tempos de Sangue, de Eduardo Kasse. Harold Stonecross caminha pelas trevas desde que foi transformado há meio milênio em um imortal, quando trocou a sua alma para salvar quem amava.
Nessa trajetória, seus olhos já viram belezas esplêndidas e horrores indizíveis. E, como toda criatura das sombras, seu corpo se fortalece a cada noite. Contudo, seu espírito clama pela novidade. Sua mente está envolta em brumas que não se dissipam, ao contrário, só se adensam.
Sangues de nobres e de plebeus, de cristãos e de pagãos, dos justos e os ímpios aplacaram a sua sede. Mas nos últimos tempos, perderam um pouco do sabor. Assim como beijos e corpos já não o satisfazem como outrora, não saciam o seu desejo. Depois de tantos séculos, Harold apenas anseia por se sentir vivo novamente. E na promessa da descoberta do Novo Mundo surge a derradeira esperança para a sua busca. Quando todo despertar não passa de uma repetição, encontrar um rumo torna-se cada vez mais difícil para aquele que anda pelas Eras.

http://editoradraco.com/wp-content/uploads/2016/10/9788582431955.jpgA década perdida é a mãe dos sobreviventes
São Paulo, os anos 80.
Aqui a “década perdida” é palco de todas as perversões possíveis, e todos aqueles que continuam a sustentar seus vícios noite após noite sentem-se como sobreviventes. Cocaína, diversão, ódio, afetos, tudo pode acontecer nos inferninhos do centro
da cidade.
No início da sua vida adulta, Eduardo Conde vê tudo sair do controle após se envolver com as drogas e o crime – e toda sorte de pessoas que esses dois elementos trazem consigo. Ele é um homem introspectivo e apático que possui algumas fixações: a obsessão pelos ossos humanos e a ideia de que qualquer pessoa pode cometer um assassinato apenas desejando a morte do outro – até mesmo dos entes queridos – sem sujar as próprias mãos.
À beira do precipício e sob os efeitos colaterais de uma vida regada a excessos, o anti-herói desta fábula perversa vai se encontrar com seus fantasmas, sem esperanças de chegar a um bom destino.
Júlio Menezes compõe em “Do osso ao pó” um relato da cena underground de uma grande cidade, na melhor tradição de autores como Charles Bukowski e Pedro Juan Gutierrez. O leitor entra de cabeça no clima paranoico de suspense, crime, sexo e violência, sem chance de retorno.

http://editoradraco.com/wp-content/uploads/2016/08/9788582431818.jpgSeria melhor se estivéssemos sós
Fim do século XX. Um astrofísico brasileiro descobre que uma pálida estrela da Constelação do Escorpião é uma gêmea perfeita de nosso Sol. Segunda década do século XXI. Vários adolescentes brasileiros entram em surto psicótico ao mesmo tempo, durante uma explosão solar.
Como podem eventos tão distintos ameaçar um mesmo segredo? De que forma esses fatos podem afetar uma vila no coração da selva? A Vila Muhipu, resguardada por índios da etnia Tukano, é um paraíso onde o sofrimento não passa de lembrança. Uma utopia que deve ser mantida escondida a todo custo, e o doutor Ravi Chandrasekhar não poupará esforços nesse sentido.
Em Dezoito de Escorpião, romance vencedor do Prêmio Argos 2015, Alexey Dodsworth (de O Esplendor) se apropria de fatos científicos reais e os recria, compondo uma trama que se debruça sobre a mais intrigante questão: estamos sós no Universo? Descubra por sua conta e risco.

http://editoradraco.com/wp-content/uploads/2016/06/9788582431788-72.jpgQuem pode perceber a diferença entre o Bem e o Mal?
A ameaça de uma guerra mágica paira sobre Athelgard. Muitos magos preferem não se envolver, mas Kieran de Scyllix empunha suas espadas e parte para sua terra natal, decidido a derrotar o feiticeiro que acompanha o exército invasor. Por sua vez, a Mestra de Sagas Anna de Bryke continua a lutar pela liberdade das águias douradas, fazendo alianças perigosas e chegando cada vez mais perto da verdade sobre o passado de Kieran.
A Fonte Âmbar fecha a trilogia de Ana Lúcia Merege, autora que já é referência nacional de literatura fantástica. Dessa vez, as vozes dos narradores de O Castelo das Águias e A Ilha dos Ossos se somam às de outros personagens, a quem a expectativa da guerra afeta de diferentes maneiras. Aprendizes da Escola de Artes Mágicas, nobres elfos, guerreiros, camponeses e até membros das tropas inimigas contribuem para trazer aos leitores uma história cheia de nuances e desafios inesperados.
Na conclusão da primeira série em Athelgard, a diferença entre o Bem e o Mal pode ser mais estreita do que o fio de uma lâmina.

http://editoradraco.com/wp-content/uploads/2016/01/chamasdoimperio-capa-72.jpgBasta uma faca para começar uma guerra
Jhomm Krulgar é um ninguém. Um rato de estrada. Um cachorro vadio. Um mastim demoníaco. Sua espada está a venda para qualquer um com moedas no bolso e objetivos escusos. Quando uma garota surge prometendo a riqueza de um rei e a realização dos seus desejos de vingança, ele nem imagina que está prestes a se envolver em um dos mais perigosos jogos políticos de sua era.
Agora, ele e Khirk, seu companheiro silencioso, membro de uma antiga raça escrava, partem para o Sul, onde tentarão impedir os rebeldes separatistas de tomar a coroa da maior cidade do Império de Karis. Encontrarão em seu caminho um Magistrado em missão de paz e um mago ilusionista prestes a realizar o maior espetáculo da sua vida.
O Teatro da Ira, primeiro romance da série Chamas do Império, de Diego Guerra, é uma viagem fantástica onde criaturas místicas e soldados comuns lutam lado a lado nas paredes de escudo, implorando pela própria vida e alimentando as fogueiras da morte para fazer valer as vontades de reis e nobres.
Enquanto Krulgar busca cegamente a sua vingança, não faz ideia de que se tornou apenas mais um dos personagens sombrios deste Teatro da Ira.

http://editoradraco.com/wp-content/uploads/2015/05/bja-capa2.jpgSexy. Emotiva. Humana. Essa é a história da boneca Alice.
Frank é um homem sem esperança nenhuma. Um punk com um passado insano que, numa manhã de ressaca, acorda com uma boneca lhe desejando bom dia. Ele sabe bem quem é essa boneca e como ela se chama. Alice é uma ball jointed doll criada por Frank em seu projeto mais ambicioso: recuperar as memórias e os sentimentos por uma louquinha de mesmo nome. Mas ao tentar puxar a linha da lembrança do embolado novelo que é o passado, Frank acaba puxando a linha da tragédia. Acompanhado por seus antigos companheiros de hospício: a gothic lolita Tay, o estudante de direito Shin e a sociopata Emi, ele se envolve em um plano de vingança contra o hospital que os massacrou a alma e levou Alice à morte.
Ball Jointed Alice – Uma história de amor e morte é um sensível romance de Priscilla Matsumoto. Flutuando entre a melancolia e o erotismo, esse é um relato cru de uma juventude cínica que parece perdida, mas que sabe demais sobre a natureza do mundo para não desistir dele.

http://editoradraco.com/wp-content/uploads/2015/01/encruzilhada-lucio-manfredi.jpgQuando se está perdido dentro de si mesmo, como encontrar a saída?
Max é apenas um matador profissional em vias de se aposentar. Mas ao recusar o que deveria ser seu último trabalho, acaba se transformando em alvo. Fugindo de seus perseguidores, refugia-se numa casa aparentemente abandonada, onde se depara com acontecimentos misteriosos e estranhos fenômenos.
Portas que levam a cômodos que levam a novas portas e cômodos que não parecem interligados. Talvez a casa seja uma encruzilhada entre diferentes planos de realidade. Ou talvez tudo não passe de uma alucinação e Max tenha simplesmente enlouquecido. Mas alucinações não andam armadas e ele precisa lutar por sua própria vida enquanto tenta desvendar o mistério da casa.
Encruzilhada é um romance de suspense de Lúcio Manfredi, autor roteirista da TV Globo. Em uma mistura de ficção científica e horror, de mecânica quântica com umbanda, a trama se desenrola entre reflexões filosóficas e a busca da identidade. Quando devemos percorrer o labirinto de nossas próprias mentes, só resta o temor de ficarmos presos para sempre fora da realidade.

http://editoradraco.com/wp-content/uploads/2012/07/9788562942730-200x300.jpgTodo garoto apaixonado é um pouco ridículo. Esta é a história de Andrew Webley, um garoto muito ridículo. “A Morte é Legal” é o segundo livro de Jim Anotsu, autor de “Annabel & Sarah”, sucesso de público e crítica.
Conheça Andrew, um garoto de 19 anos que mora na cidade de Dresbel. Aspirante a escritor, sem rumo na vida e apaixonado pela melhor amiga há mais de três anos, sem a coragem necessária para se declarar. Tudo muda quando ele conhece Ive – a filha mais nova da Morte e ceifadora estagiária. A garota lhe revela uma forma de realizar qualquer desejo, incluindo o amor da garota amada: encontrar os três nomes verdadeiros da criatura mais importante do universo.
O livro se desdobra com uma galeria de personagens que inclui uma coelha niilista alérgica a si própria, uma fada do fogo, crianças perdidas, ratos e fãs de hip hop. Quando os dias começam a afundar num turbilhão de desastres, segredos antigos são colocados no tabuleiro e inúmeras vidas em risco. E a única maneira de descobrir como tudo isso termina é ler até a última página. Mas não vale ir direto.
Transitando entre o surreal e o mundano, Jim Anotsu exibe toda sua imaginação em uma obra que reúne magia, mistério, aventura e romance num universo atraente para jovens e adultos de todas as idades.

http://editoradraco.com/wp-content/uploads/2014/11/tm2-capa1-72.jpgSão Paulo: A infecção chegou. Esta Terra vai morrer.
Tiago Rodrigues não é um rapaz comum, e não sabe por quê. Ele só queria deixar o interior e viver em São Paulo, mas as coisas não acontecem sempre como queremos. Quando um apocalipse zumbi assola a pequena cidade de Jaboticabal, Tiago inicia uma fuga alucinada pela sobrevivência. Uma vítima do acaso, o rapaz se vê em meio a algo maior do que o aparente fim do mundo, e descobre ser o principal alvo da empresa farmacêutica LAQUARTZ.
Após ser preso pela misteriosa corporação, Tiago consegue escapar com sua companheira Daniela para São Paulo, mas fracassam em evitar que a tragédia os siga até a metrópole. Resgatada por pessoas que parecem saber o que está acontecendo, a dupla refugia-se em um decadente hotel de corredores escuros onde ouve-se apenas o coro de berros famintos do lado de fora, e os sussurros dos não-infectados e seus segredos obscuros do lado de dentro.
Terra Morta: Infecção é a continuação da série de Tiago Toy, que começou em um blog na internet e infecta cada vez mais fãs. Começando onde Terra Morta: Fuga terminou, Infecção é mais tenso e sombrio que o primeiro livro, um ensaio visceral e amargo sobre a terrível natureza da humanidade que se revela nos piores momentos. Quão preparado está o Brasil para enfrentar algo que não foi previsto nem pelas mais ousadas imaginações?

http://editoradraco.com/wp-content/uploads/2013/11/tm-relatos600-200x300.jpgEles sobreviveram para contar a história – ou será que não?
O apocalipse zumbi chegou e ninguém está seguro. Por mais que você se prepare, sinto informar, nada será suficiente. Estocar comida, instalar um teto solar ou aliar-se às pessoas certas pode soar como sobrevivência garantida, mas sugiro que se aproxime e ouça o que tenho a dizer: este é o fim do mundo como o conhecemos.
Terra Morta – Relatos de Sobrevivência a um Apocalipse Zumbi é uma coletânea que mostra a verdade nua e crua dos primeiros dos últimos dias da humanidade. Todas as histórias são baseadas no universo da série Terra Morta, de Tiago Toy, que segue conquistando uma legião cada vez maior de infectados com o livro Terra Morta: Fuga (2011) e foi um dos responsáveis pela popularização da literatura de zumbis por todo o Brasil.
Os sobreviventes Gabriel Réquiem, Fabi Deschamps, Lidia Zuin, Felipe Castilho, Conrado Ramazini, Kristian Moura, Fábio Aresi e Marcelo Milici juntam-se a Toy, formando um time preparado para compartilhar com o leitor as melhores formas de sobreviver – e as piores de sucumbir.
Os relatos tratam de uma garota viciada em Facebook, alheia ao horror à sua volta; uma mãe presa em um cinema, buscando uma saída para encontrar seus filhos; um matador preparando uma tocaia em um motel do interior; um pai desesperado por antibióticos, a última esperança para a sua filha infectada, entre outras terríveis realidades. Além das participações, o livro traz três histórias inéditas do autor e organizador Tiago Toy, com revelações e pontos de vista nunca vistos de seu universo.
Antes de virar a página, tranque bem as portas e janelas. Apague as luzes. Economize água e comida. Em último caso, respire fundo, e corra sem olhar para trás. Você está prestes a ser infectado.

http://editoradraco.com/wp-content/uploads/2012/03/capa-0333.jpgO autor Waldick Garrett convida o leitor a uma série de contos protagonizados pelo suspense e o terror, ligados por um momento da madrugada, quando o relógio marca 3:33.É quando as estreitas portas do sobrenatural se abrem para dar passagem a sete histórias sombrias, que percorrem o sinuoso e quase imperceptível liame entre a realidade e a loucura.
Na coletânea 3:33 – e outras histórias de suspense, sua prosa desvia o leitor do previsível cotidiano, conduzindo-o a atalhos catastróficos e inimagináveis. São caminhos que nos remetem a estranhas e inesperadas tormentas, futuros apocalípticos, pesadelos que se tornam reais, mansões habitadas por seres invisíveis, segredos aterrorizantes encobertos por nevascas, pequenas cidades supostamente desabitadas. Mantenha a sanidade enquanto viaja pelo labirinto dos temores humanos.




http://editoradraco.com/wp-content/uploads/2009/12/capa_lilith.jpgUm descuido dos tradutores da Bíblia revelou o pior dentre todos os demônios. Um velho e decadente detetive de polícia investiga um macabro suicídio, mas o que ele não sabia era que sua vida estava por um fio e seria envolvido em uma conspiração contra toda a humanidade. Uma palavra-chave, transliteração de uma palavra hebraica repetida em 63 trechos da bíblia, dará início à mais sombria das investigações. 
Uma organização secreta milenar abriga incríveis segredos e bizarras e inimagináveis personagens. Afinal, o que teria em comum Platão, Vlad Tepes, Erzsébet Báthory, John Milton, Thomas Chatterton, Mary Shelley, Percy B. Shelley, Robert L. Stevenson, Aleister Crowley e Jim Morrison? Descubra em O Desejo de Lilith, um romance sobrenatural vivenciado nas principais avenidas e ruas de São Paulo, repleto de segredos, revelações, aventuras e muito rock n’ roll. Mas atenção, seja forte e esteja preparado ao ler estas páginas, pois você não confiará mais em seu vizinho ou qualquer outro transeunte que cruzar o seu caminho. Você nunca mais enxergará o mundo como antes…Afinal, qual seria o desejo de Lilith?

http://editoradraco.com/wp-content/uploads/2012/06/capa-brinquedosm.jpgBrinquedos Mortais, uma coletânea organizada por Saint-Clair Stockler e Tibor Moricz, reúne 12 autores que apresentam universos díspares e, ao mesmo tempo, convergentes, dialogando com o inusitado, o assustador, o cômico e o repulsivo. Burilam seus textos com cuidado cirúrgico, capricham na prosa para oferecer aos leitores uma excelente literatura de entretenimento.
Bonecos cheios de más intenções, brinquedos ameaçadores, jogos estranhos e perigosos. Narrativas onde a morte é uma constante e onde a vida em todas as suas formas está sempre por um fio.
Ataíde Tartari, Braulio Tavares, Brontops Baruq, Carlos Orsi, João Marcelo Beraldo, Lúcio Manfredi, Luiz Bras, Pedro Vieira, Roberto de Sousa Causo, Saint-Clair Stockler, Sid Castro e Tibor Moricz convidam os leitores a penetrar em mundos ameaçadores e a compartilhar essa fascinante e mortal experiência.
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